Em sua sétima novela, Nero acredita não ter motivos para se deslumbrar com o êxito da história de Aguinaldo Silva, que chega ao fim no dia 13 de março. “Sucesso hoje, fracasso amanhã, a vida é assim!”, diz. Não deve ser o caso. Ele já está escalado para viver seu segundo protagonista . O ator ficou com o papel que seria de Murilo Benício em Favela Chique, a aguardada trama das 21h escrita por João Emanuel Carneiro, com estreia prevista para outubro. Planejando viajar e “esquecer que se chama Alexandre” assim que Império acabar, ele não terá muito tempo de férias. O ator, músico e compositor tem trabalhado praticamente sem interrupção. Há pouco mais de seis anos, ele era um sujeito recém-chegado de Curitiba, quieto no canto de um camarim da novela A Favorita.
Desconhecido de muitos dos colegas de elenco da trama que marcou sua estreia na Globo, era chamado de Vanderlei ou verdureiro, nome e profissão do personagem. Muita coisa mudou, mas Nero jura manter a timidez e a dificuldade em decorar texto do começo. Frasista inspirado, o ator hoje faz barulho na internet. Nesta entrevista, ele admite pensar antes de postar nas redes sociais, revela ser muito cantado, e brinca que, neste momento, não há analista capaz de mantê-lo equilibrado.
Você tem a dimensão do que o trabalho em Império representa para a sua carreira? - Sim e não. Sim, pelo fato de ele ser importante neste momento. Mas, a longo prazo, pode não ser mais, se for o único que eu fizer. Os trabalhos são importantes quando são recorrentes. Eu tenho a noção do que esse trabalho acabou virando, mas é uma coisa momentânea. Eu tenho que continuar trabalhando para que isso se prolongue, cada vez mais.
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